O amarelo e o dourado são as cores mais luminosas das pinhas antigas. Uma família de tonalidades que vai do amarelo mais claro e translúcido até o âmbar profundo e quente — como ouro líquido guardado em cristal.
A fórmula do amarelo e do dourado
Nas cristaleiras francesas do século XIX, entre elas a Saint Louis, o amarelo era obtido pelo óxido de prata. Uma fórmula que produzia desde o amarelo mais claro e luminoso até o âmbar dourado mais intenso. A mesma fórmula, concentrações diferentes, resultados distintos.
O laranja, tonalidade vizinha, era obtido pelo antimoniato de chumbo combinado com sulfeto de cádmio — uma cor mais quente e vibrante que completa essa família solar.
No catálogo original
No catálogo original do século XIX que encontrei em leilão, as pinhas amarelas e douradas aparecem em variedades como a Diamantée à Perles Vénitiennes — lapidação em pérolas venecianas que cria um efeito de favo de mel sobre o cristal âmbar. Uma das combinações mais sofisticadas do catálogo.
Na nossa coleção
Temos pinhas amarelas e douradas em várias tonalidades e lapidações. Uma cor que dialoga perfeitamente com madeiras escuras, pinturas e flores — como você pode ver na foto.
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Disponível em boulesdescalier.com
R$ 1.900 ou em até 6x sem juros
Entrega no Brasil, Portugal e Suíça
Também em lojas selecionadas em Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Cascais, Lisboa e Crans-Montana.
Fontes de pesquisa: catálogo original de pinhas francesas do século XIX e “Le Verre”, de Clément Duval, Presses Universitaires de France.