O verde é uma das cores mais complexas e fascinantes do cristal francês do século XIX. Ao contrário do azul cobalto, que tinha uma fórmula relativamente direta, o verde podia ser obtido de várias formas diferentes — e cada fórmula produzia uma tonalidade distinta.
As fórmulas do verde
Nas cristaleiras francesas do século XIX, entre elas a Saint Louis, o verde era produzido por diferentes óxidos metálicos, cada um gerando uma tonalidade própria:
Vert — obtido pelo uranato de amônio, ácido crômico, óxido de tálio ou sal de didímio. Do verde-esmeralda ao verde-floresta.
Vert bleu — um verde com toque azulado, obtido pelo óxido cuproso.
Vert clair — o verde claro, obtido pelo uranato de amônio.
Três verdes diferentes. Três fórmulas diferentes. Três personalidades diferentes.
O verde no catálogo original
No catálogo original do século XIX que encontrei em leilão, o verde aparece ao lado do azul e do vermelho como uma das três cores principais oferecidas em quase todas as variedades de pinhas. Doublée Taillée à Pontils, Triplée Taillée Riche, Massive Taillée Facettes Carrées — todas disponíveis em verde.
Uma cor que combinava perfeitamente com os interiores da época: madeiras escuras, dourados e tecidos ricos.
Na nossa coleção
Temos pinhas verdes em várias tonalidades, do verde-esmeralda ao verde mais claro e translúcido. Cada peça com sua própria profundidade de cor e lapidação.
100% da receita das vendas do livro Boules d’Escalier é destinada aos projetos sociais, culturais e educacionais apoiados pelo Instituto Flávia Abubakir em Salvador. Comprar o livro é uma forma direta de fazer parte dessa história.
Disponível em boulesdescalier.com
R$ 1.900 ou em até 6x sem juros
Entrega no Brasil, Portugal e Suíça
Também em lojas selecionadas em Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Cascais, Lisboa e Crans-Montana.