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Pinha antiga esfera: a forma mais clássica das boules d’escalier do século XIX

De todas as formas que as pinhas de cristal antigas, também chamadas de boules d’escalier, assumiram ao longo do século XIX, a esfera é a mais clássica e a mais universal. Uma forma perfeita que existe desde a antiguidade e que nas mãos dos artesãos europeus ganhou uma dimensão nova: a leveza e a profundidade do cristal.

A forma mais antiga das pinhas de cristal

A esfera é a forma geométrica mais simples e ao mesmo tempo mais fascinante. Sem começo e sem fim. Sem ângulos. Uma superfície contínua que capta a luz de todos os ângulos e a distribui de forma diferente a cada movimento.

Nas pinhas de cristal antigas, a esfera aparece em várias versões: lisa, lapidada em facetas, em favo de mel, em pontilhados ou em caneluras. Cada técnica de lapidação transforma a mesma forma num objeto completamente diferente.

No catálogo original do século XIX

No catálogo original de boules d’escalier do século XIX que encontrei em leilão, as esferas aparecem classificadas em duas categorias principais:

Creuse — oca, com paredes finas. Mais leve e translúcida.

Massive — maciça, com paredes espessas. Mais pesada e com maior profundidade de cor.

A mesma lapidação, aplicada a uma esfera creuse ou massive, produz resultados visuais completamente diferentes. Uma distinção que poucos colecionadores de pinhas de cristal antigas conhecem.

Na nossa coleção

Temos pinhas de cristal antigas em forma de esfera em todas as cores e lapidações. A esfera azul cobalto lisa é uma das peças mais puras da coleção. Só o cristal e a cor. Uma forma que não precisa de nada mais para impressionar.

100% da receita das vendas do livro Boules d’Escalier é destinada aos projetos sociais, culturais e educacionais apoiados pelo Instituto Flávia Abubakir em Salvador. Comprar o livro é uma forma direta de fazer parte dessa história.





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Fontes de pesquisa: catálogo original de pinhas francesas do século XIX e “Le Verre”, de Clément Duval, Presses Universitaires de France.

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